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O sofrimento mental, suas doenças e seus tratamentos

Glauco Diniz Duarte
Glauco Diniz Duarte

Você provavelmente conhece alguém que tem ou está passando por algum tipo de “sofrimento mental”. As expressões “problema ou distúrbio mental, transtorno ou doença mental, transtorno psicológico ou psiquiátrico” englobam uma série de condições diferentes que afetam a mente e o corpo e que na maioria das vezes estão associadas a alguma situação de sofrimento mental.

O psiquiatra Glauco Diniz Duarte aponta que diferente do que a maioria das pessoas pensam, os sofrimentos e problemas mentais ou psiquiátricos não são sempre sinônimos de “loucura ou esquisitice”, embora algumas formas de “loucura” também possam ser doença mental.

Os tipos mais comuns de sofrimentos e transtornos mentais e psiquiátricos na população em geral são os quadros de ansiedade/estresse, a depressão, fobias (ou medos) e o abuso de drogas e álcool.

Além destes a esquizofrenia, o distúrbio bipolar, os transtornos alimentares (anorexia e bulimia nervosa) e as demências também são transtornos mentais.

Glauco explica que os sintomas mais comuns dos transtornos mentais capazes de causar algum tipo de sofrimento são: alterações de comportamento, medos, sensação de pânico, irritação, nervosismo, angústia, sensação de cansaço e tristeza persistentes, pensamentos negativos e de morte, alterações de apetite e peso, insônia, alterações sexuais, manias (“cessos”), dificuldades de memória – todos estes prejudicando a capacidade da pessoa de trabalhar, estudar, se relacionar com outras pessoas e viver de forma saudável e bem consigo mesma.

Nenhuma destas situações significa “falta de vontade, fraqueza moral ou frescuras”, apesar de muitos acreditarem nisso. Além disso, pessoas com estas condições, muitas vezes são vítimas de preconceito, atitudes negativas e de desaprovação ao invés de receberem apoio e compreensão. Tais reações não somente influem para que estas se sintam mais isoladas e sofrendo, como são impedimentos para que estas pessoas busquem ajuda e tratamento adequado.
Qual a causa do “sofrimento mental, das doenças e dos transtornos mentais” ?

Segundo Glauco, um grande conjunto de fatores pode ser responsável: a história genética familiar (hereditariedade), a neuroquímica do cérebro (aumento ou redução de serotonina, dopamina), um estilo de vida pouco saudável (falta de atividade física, estresse) e a presença de outras doenças físicas. Alguns tipos de sofrimento psicológico e emocional (mortes de pessoas próximas, situações de perdas), vivências emocionais negativas e acontecimentos traumáticos (situações de violência, acidentes) e situações desfavoráveis em nossas relações com outras pessoas (conflitos familiares, separações) também participam de alguma forma. Questões ligadas a espiritualidade e a forma como cada pessoa reage a cada uma dessas situações e ao próprio adoecimento também podem contribuir para a manifestação destas doenças.

Geralmente para cada pessoa, mais de um destes fatores é importante na sua história individual de adoecimento e ocorre uma interação entre estes na geração do sofrimento.

Seja qual for a causa, a pessoa que apresenta algum sofrimento mental ou psiquiátrico, muitas vezes se sente em dificuldade, angustiada e incapaz de levar sua vida em plenitude; muitas vezes até mesmo sem saber que está adoecida.

Médicos, pesquisadores e cientistas estão fazendo progressos para desvendar a estrutura do cérebro. Como consequência, hoje nós temos uma melhor compreensão da mente e como ela funciona, das causas de seu sofrimento e suas doenças, e ainda uma melhor ideia de quais os tratamentos que realmente podem auxiliar e colaborar na recuperação destas pessoas.
Existe tratamento para o “sofrimento mental e para os transtornos mentais e psiquiátricos” ?

Glauco diz que muitas pessoas acreditam que a doença e os transtornos mentais são incuráveis e podem até ver certos tratamentos com uso de medicações e apoio pisicológico como que sem valor ou mesmo prejudiciais. Porém, é fato que para a maioria das pessoas submetidas a estes tratamento existe um alívio muito significativo do sofrimento mental. Então, uma boa notícia é que existem muitos tratamentos efetivos para os transtornos mentais.

Estes podem incluir medicamentos, acompanhamento psicológico (psicoterapia) de várias formas (individual, em grupo, para o casal), aconselhamento e orientações, atividades físicas e diversas formas de apoio.

Diferentes profissionais, médicos e não médicos, podem estar envolvidos na assistência da pessoa que está mentalmente enferma: clínicos gerais, psiquiatras, psicólogos e psicoterapeutas, fisioterapeutas, musicoterapeutas, enfermeiros, assistentes sociais, grupos de apoio e auto-ajuda, conselheiros espirituais/religiosos.

O médico-psiquiatra trabalha com a questão do diagnóstico que identifica qual o problema apresentado por cada pessoa e isso permite o conhecimento e previsão do curso da doença, bem como a escolha dos tratamentos mais adequados e indicados a cada caso.
Quem é o Médico-Psiquiatra, o que ele faz e como pode ajudar ?

Glauco diz que os psiquiatras são médicos que se especializam no diagnóstico, tratamento e acompanhamento das pessoas com transtornos mentais e que objetivam aliviar e diminuir a condição de sofrimento mental de cada paciente.

O psiquiatra examina os inúmeros fatores que podem ter contribuído para que alguém se torne mentalmente doente e tem a função de planejar o tratamento mais adequado para as necessidades individuais de cada pessoa.

O médico-psiquiatra está qualificado para fornecer uma grande variedade de tratamentos, incluindo a prescrição de medicações, suporte em psicoterapia, orientações e aconselhamento terapêutico.

Os psiquiatras também estão autorizados a recomendar internação hospitalar quando a condição da pessoa é muito grave e ela não tem condições de se manter em casa, apenas com o apoio da família. Esse tipo de medida, necessária em casos isolados, objetiva a proteção da pessoa e seus familiares.

Na maioria das situações o médico-psiquiatra procura trabalhar em parceria com outros profissionais da saúde na forma de uma equipe, onde cada um tem um papel de colaboração pela melhoria e recuperação do paciente.

“O cérebro e a mente de uma pessoa são como que o motor de seu corpo. Quando estes não vão bem, todo o restante do corpo pode se mostrar adoecido. A saúde mental e emocional são elementos importantíssimos para uma vida saudável, equilibrada e feliz.”

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